"A melhor felicidade que exite é a felicidade sem motivos"

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Em determinadas épocas do ano sentimos uma vontade de querer arrancar tudo de dentro de nós e mostrar pra todos os seus sonhos, as suas vontades, seu desejo de ser mais que aquilo que é durante boa parte do ano. Deseja viver momentos nunca vividos, com pessoas novas, em lugares novos. Deseja-se conhecer o desconhecido, se arriscar no que te faz sentir frio na barriga, mergulhar em águas novas, sentar a beira do precipício de olhos fechados e sentir o infinito invadir cada célula do seu corpo.
São épocas em que já não aguentamos mais aquela rotina que te suga, que te impede de fazer coisas que realmente consiga tirar seu sorriso mais sincero, são épocas em que você enjoa de tudo e de todos. Então é preciso tomar folego, criar coragem e dar o primeiro passo em busca de uma rotina temporária, que te faça esquecer o mundo de obrigações que você é aprisionado, é época de pegar aquela mochila velha no armário e colocar somente o necessário, comprar uma passagem de ônibus e seguir um roteiro ainda não planejado, afinal roteiros planejados se tornam  uma quase rotina, façamos um roteiro sem destino, façamos aquele roteiro que nos prenda na mais irreal rotina possível, que consigamos ver além de qualquer expectativa, que consigamos ser surpreendidos com o novo, e quando acharmos que é hora de voltar a velha rotina de sempre, compremos o bilhete da volta com a certeza de que podemos ser felizes naquele mundo perfeito.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013


Voltar no tempo é uma das coisas da qual não gosto de fazer, não quando se é pra recordar um momento triste, mas talvez momentos tristes tenham sido primeiramente momentos felizes. 


Foi isso que aconteceu a 6 anos atrás, um momento feliz se transformou em um dos mais triste da minha vida. Se eu voltasse 6 anos atrás, teria feito a única coisa na vida da qual me arrependi de não ter feito. Teria ligado para falar eu te amo para meu grande amor.

Em vez de ligar, recebi uma ligação, a pior ligação que podia ter recebido. Meu mundo desabou naquele momento, meus sonhos com ele se foram. Acidente na estrada deixa 4 amigos gravemente feridos, como eu podia imaginar isso? Porque logo com ele?


Vê-lo dormindo naquele hospital, foi à cena mais triste e mais feliz que já presenciei. Saber que ele corria risco de vida foi triste, mas ver que ele ainda estava aqui com a gente foi incrível, foi único.


Meses se passaram do acidente, ele estava em coma todos esses meses e eu estava no quarto dele, com a mãe e a irmã, arrumando aquele lugar que depois desse tempo todo ainda estava do mesmo jeito, a toalha jogada na cadeira da escrivaninha, o perfume sem tampa no criado mudo, o Tob, seu ursinho de pelúcia, jogado na cama e os livros na estante com um pouco de poeira, ele iria odiar ver os livros dele tão mal cuidados. Foi ai que decidi pegar um pano e limpar um por um, tirar o pó e arrumar novamente por ordem alfabética. 


Em meio à arrumação dos livros encontrei uma agenda cheia de rabiscos, anotações e uma página marcada com marca texto verde na pagina do dia 02 de agosto. O que será que tinha de tão importante no dia 02 de agosto? Deixei a curiosidade me invadir e com um pouco de invasão de privacidade fui ler o que tinha escrito.


“Dia 02 será o dia que mais terei vergonha na minha vida, mas será talvez o dia mais feliz também, talvez por que vai depender da resposta dela. E se for sim? E se for não? Nem quero pensar na possibilidade desse não, afinal eu sei que ela me ama, ela vai dizer sim para o meu pedido de namoro, ela e eu vamos ser oficialmente namorado e namorada”.


Terminei de ler o que tinha escrito com lagrimas nos olhos. Ele ia me pedir em namoro, ele me amava de verdade. Fechei a agenda, coloquei novamente no armário e sai dali confusa, mas com uma certeza, tinha que dar uma resposta para o pedido que nunca foi feito. Entrei no hospital, e fui até o quarto dele, entrei tremendo, cheguei perto e falei em seu ouvido, "sim, eu aceito namorar com você, eu serei a sua namorada até os últimos dias de nossas vidas, eu estou aqui esperando você acordar para darmos nosso primeiro e oficial beijo de namorado e namorada”. 

E foi assim que fiz, fui sua namorada pelos quatro anos que ele esteve dormindo, fui feliz ao lado dele mesmo ele dormindo, o amei a cada segundo mesmo ele nunca ter acordado, fomos os melhores namorados do mundo até ele dormir para sempre. Nunca me arrependi de nada que fiz por ele, só me arrependo do EU TE AMO não dito.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Hoje foi um daqueles dias que decidi sair totalmente da rotina, precisava fazer algo que nunca tinha feito, algo novo que me tirasse totalmente desse mundo que tenho hora certa pra fazer absolutamente tudo, sair da rotina, ver lugares novos na minha cidade, me perder nesses lugares e sair perguntando um desconhecido qualquer como faço pra chegar em casa.
Me libertei de tudo que fazia no meu dia a dia e sai sem saber pra onde ir e o que fazer. Apenas coloquei uma calça jeans, uma blusinha branca, protetor solar e meus inseparáveis chinelos de todo dia. Peguei minhas chaves, coloquei algum dinheiro no bolso, nem contei pra saber quanto tinha, se não tivesse suficiente pra voltar, fazia algo que não faço a muito tempo, voltava pra casa a pé.
Sai caminhando com o pensamento, vou pegar o primeiro ônibus que passar e vai ser esse que vai me levar para o diferente. Andei alguns minutos com o pensamento longe, desviei de uma bicicleta que vinha na minha direção, escutei cantadas baratas de homens na rua, sorri para eles e disse, tenham um bom dia às mulheres de vocês as amam. Vi um quase acidente acontecer e ufa foi só um susto, prossegui na minha caminhada imaginando em que roubada eu ia me meter ou se eu simplesmente não ia me meter em roubada nenhuma.
Após alguns minutos de caminhada vi um ônibus vindo e fiz sinal, entrei, tirei o dinheiro do bolso e paguei uma passagem inteira, pois fiz questão de esquecer minha carteira de estudante em casa, pois não queria ser estudante nesse dia, queria ser uma pessoa qualquer que paga por sua passagem inteira. Engatei na roleta velha do ônibus e o cobrador gentilmente me ajudou, cobrador esse que tinha um senso de humor único, me fez rir por alguns minutos até alguém descer e deixar um lugar vago pra eu sentar naquele ônibus lotado.
Me acomodei em uma cadeira na janela, e de lá acompanhei o sobe e desce das pessoas apresadas para chegar em seus destinos, vi idosos entrarem e jovens cederem o lugar para eles sentarem, vi pela primeira vez o elevador para cadeirantes funcionando, é bonito ver que deficientes podem ter uma vida normal, é só fazer acontecer.
Depois de passar por tantos lugares, parar em tantas paradas, frear, acelerar, escutar a roleta girar, a porta abrir e a porta fechar, finalmente cheguei no meu destino, onde eu queria, no desconhecido. Puxei a corda, agradeci ao motorista e parei no meio da calçada, olhei para um lado, olhei para o outro e vi pessoas desconhecidas, lojas desconhecidas, a rua era desconhecida tudo absolutamente tudo era desconhecido. Eu estava perdida na minha própria cidade e eu não estava desespera para achar o caminho de volta, estava simplesmente feliz por estar perdida.
Sai andando pela rua e observando o lugar, nossa como era diferente da minha realidade. A única coisa que sabia é eu estava na periferia da cidade, onde tudo é considerado ruim, lugar onde trabalhadores são considerados bandidos e onde os filhos desses trabalhadores são considerados mine pivetes que herdarão a profissão dos pais. Ai como eu me sinto enjoada quando vejo gente falando assim, preconceito é algo que não me desce, é tipo iogurte, não vai de jeito nenhum.
Periferia, eu estava na periferia da minha cidade e eu estava feliz, muito feliz por isso. Fui fazer um tour pelas redondezas e conhecer mais de perto tudo aquilo. Vi gente escutando musica no ultimo volume na sua caixinha de som, vizinhos conversando, gente sentada na calçada, crianças brincando na rua, um homem bêbado no bar dormindo, uma senhora varrendo a calçada da casa, um casal se pegando na esquina da rua. vi cenas de pessoas sendo pessoas, vi cenas de gente feliz, vi, passei por elas, sorri, disse boa tarde e voltei pro ponto de ônibus, fiz sinal e voltei pra casa, pra minha realidade, pro meu dia a dia.



terça-feira, 17 de setembro de 2013


O poder da leitura
Estava aqui lendo o dicionário Aurélio, é eu costumo estudar o dicionário, afinal aprender palavras novas é sempre legal. E decidi procurar o significado da palavra livro, que é a “Reunião de folhas impressas presas por um lado e enfeixadas ou montadas em capa” é, realmente livro vai além desse significado, eu descreveria que livro é a reunião da imaginação humana em folhas de papel que te leva para um mundo fictício e encantador. É tão bom entrar na imaginação de outras pessoas, construir suas próprias cenas, seu próprio mundo.



Nasci em uma família que não tem o costume de ler e eu até entendo o porquê, mas isso nunca me impediu de conhecer os livros. Lembro como se fosse ontem o primeiro livro que li na vida, estava na quinta série no auge dos meus 11 anos e fui meio que “obrigada” a ler tal livro. “Saudade da vila” de Luiz Galdino, jamais vou esquecer do meu primeiro livro, tenho ele guardado até hoje. Demorei pra pegar ele para ler, mas precisava para poder fazer meu trabalho de português e assim eu fiz. Abri e comecei a ler a primeira página, segunda, terceira e quando eu vi já tinha terminado de ler as suas incríveis 45 páginas, as primeiras 45 páginas de imaginação humana que li. Duas horas lendo aquilo que seria uma das minhas grandes paixões hoje. Quando percebi estava doando as minhas bonecas pra arrumar lugar no armário para meus queridinhos. 



Hoje eu posso dizer que sou uma “livromaníaca” nem sei se isso existe, mas eu sou. Amo imaginar lugares, pessoas, objetos e tudo mais que só um livro me proporciona. Tem um trecho de uma musica da banda FUSCA que diz o seguinte, “viajo o mundo sem sair do lugar” na musica esse trecho se refere a outra coisa é com outro sentido, mas trouxe como explicação para o que sinto quando leio um livro. Eu realmente viajo o mundo sem sair do lugar, o ultimo que li me levou para a Holanda e foi sem duvida uma experiência única imaginar a Holanda do jeito que só eu posso imaginar e não do jeito que as pessoas a veem.


Tenho vontade de sair distribuindo livros para meninas e meninos de onze anos que estão na quinta série. Para eles terem a mesma experiência que eu tive quando li Saudade da Vila, mostrar pra eles que o mundo vai além do real, que o mundo imaginário pode ser mais atraente, mais divertido, mais encantador e do jeitinho que a gente quiser que seja. Ler é viciante e eu sou completamente apaixonada por esse vicio.

domingo, 15 de setembro de 2013

 Estava aqui em meio aos meus pensamentos diários, pensando sobre tudo que acontece na minha vida, pensando nas pessoas que eu já conheci que não foram poucas. De quantos amigos eu já não tive nesses meus 20, quase 21 anos, de existência. Amigos da infância que ficou na infância, amigos da rua, amigos do colégio que eram sempre maioria, amigos/primos que foram meus primeiros amigos, enfim uma infinidade deles passou pela minha vida. Conheci meus amigos sempre da mesma forma que a maioria das pessoas, através do colégio, amigos que apresentaram seus amigos que no final acabou sendo meus amigos também, na catequese, quando ia à casa do vizinho com a minha mãe e acabava fazendo amizade com o filho do vizinho, amizade de acampamento de férias e tantas outras maneiras “normais” de conhecer alguém. Conhecendo sempre assim, olhando na cara, tocando, vendo. 

Porem esse ano, mais precisamente no dia 1 de abril tive a oportunidade de fazer uma amizade de um jeito totalmente diferente do já citado a cima. Conheci a tal pessoa pela internet, um dos meios mais perigosos para se conhecer alguém certo? Certo. Muito certo. Eu nunca vou saber explicar como isso deu certo, isso de expor sua vida pra um desconhecido, pra alguém que você nem sabe se existe de verdade ou é apenas um mal feitor querendo segundas intenções.



 Acredito demais em destino, estava escrito, tinha que acontecer e aconteceu. Se eu parar pra pensar eu tenho pouquíssimos amigos de verdade, amigos com o real sentido da palavra, e a “amiga de internet”, que é como vou chama-la, chegou em um momento de solidão, onde eu estava vendo todos os meus amigos indo embora, seguindo suas vidas, seus sonhos, e perdendo um pouco do contato comigo. Eu que sempre fui rodeada de amigos, adorava passar a tarde conversando, inventando coisas pra fazer e se diverti, me vi conversando diariamente com a “amiga da internet” através de um computador, sem saber o jeito dela, como era a voz dela, o cheiro dela, as manias e tantas outras coisas que você só conhece quando esta com a pessoa fisicamente.

 A “amiga da internet” invadiu a minha vida como pouquíssimas pessoas fizeram, eu sou fechada no meu mundo e nunca me abria pra ninguém, porém ele me deu liberdade, me passou confiança, paciência, e um pouquinho do seu tempo só pra mim. É IMPOSSÍVEL colocar em palavras o que essa amiga significa em minha vida. Ela não cuida de mim quando eu estou doente, não é ela que paga as minhas contas, não foi ela que esteve nos momentos mais difíceis da minha vida. Ela não participa fisicamente de nada na minha vida, ela não esteve comigo quando perdi meus dentinhos de leite, não estava quando eu virei mocinha, quando beijei o primeiro garoto na minha vida, quando fiz 15 anos, quando passei no vestibular, de nada, ela não participou e não participa como eu disse fisicamente da minha vida. A única coisa que essa amiga faz pra mim é conversar comigo, ouvir meus desabafos, minhas historias ridículas de amor, e as fofinhas também. Mas só isso que ela faz por mim? Só? Isso é “só” pra quem não me conhece. Pra quem me conhece esse “só” era o que eu mais precisava na minha vida. 

 Finalmente eu tenho uma confidente, uma amiga pra quem eu posso falar o que eu estou sentindo, nunca eu pude fazer isso com alguém. Essa amiga me entende como ninguém, e talvez ninguém me entendeu até hoje porque eu nunca tentei explicar as coisas pra ninguém. Só essa amiga, é só com ela que eu tenho confiança.  Quantas vezes eu não chorei falando das minhas coisas pra ela, quantas vezes eu não tive vontade de abraça-la, de estar contando as coisas olhando pra ela, de chorar com ela do meu lado me fazendo companhia, de tirar uma foto com ela e colocar na legenda. “A melhor amiga do mundo e eu”. 

 Dizem que os seus sonhos são aquilo que você tanto deseja que aconteça fora do sonho. E é por isso que eu já sonhei com ela três vezes, o ultima dando um abraço que ninguém, ninguém gente, na vida real me deu. O que eu senti com esse abraço foi uma mistura de finalmente te conheci, com estou aqui pra de proteger e pode confiar em mim. Eu nunca vou saber agradecer a Deus por colocar na minha vida essa “amiga da internet”. Dizer que eu amo ela, pode significar algo muito forte pra uma pessoa que eu conheço há apenas quatro meses. Mas eu AMO e ponto final. Espero nunca perde-la, nunca deixar de falar com ela, e eu vou fazer de tudo pra que isso nunca aconteça. Hoje conhecer essa amiga está entre os meus três sonhos pessoais mais importantes. E escreva ai, eu vou conhecê-la.






sexta-feira, 13 de setembro de 2013


Amando no silencio

Como começar a falar de você? Você que de um tempo pra cá se tornou o dono dos meus pensamentos, dos meus sonhos e das minhas conversas. Meu querido quase amigo de colégio e hoje dono do meu coração, como eu amava a sua companhia, suas brincadeiras, suas implicâncias, como eu amava quando você acentuava meu nome para parecer engraçado, COMO EU AMAVA, é amava assim mesmo no passado, afinal isso tudo acabou em dezembro de 2010 quando fomos separados pelo vestibular. Eu passei no vestibular para um curso sem noção e você voltou para escola, foi fazer cursinho. Quem mandou não frequentar as aulas regularmente? Eu te achava muito sem noção por não se interessar pelos estudos e ainda assim ser o melhor na matéria que eu mais odiava. 

Te vi pela ultima vez no dia 7 de janeiro de 2011, dia da minha aprovação no vestibular. Vestibular que você não passou e podia estar em casa triste e chorando, mas fez questão de ir lá comigo me dar um abraço de parabéns e comemorar ao meu lado. Fiz questão de te sujar toda de ovo, de te molhar de mangueira, afinal quem vai para festa de vestibular tem que se sujar junto com os calouros. Você não sabe o quanto sua presença foi importante pra mim, guardo na memória cada momento daquele dia, parecia que o fato de eu ter passado já era motivo suficiente para você estar feliz.

Um ano depois nos reencontramos em mais uma festa de vestibular, dessa vez a festa da nossa amiga e sua também. Quando eu ti vi não acreditei que você estava lá todo limpinho e cabeludo. Como assim? Ele não passou de novo? Não, não passou. Deve ter dormido durante o ano todo novamente e esquecido que tinha que frequentar aulas. Deu vontade de te xingar naquele momento, mas ai você veio me dando um abraço que meu Deus! Foi ali que meu coração disparou pela primeira vez de um jeito diferente por você. Foi ali que comecei a amar em silencio. Na casa da nossa amiga quando você estava sentado conversando comigo foi a primeira vez que quis te beijar. Não nos curtimos muito nesse dia, pois você tinha que sair pra ver a sua namorada. Como assim ele tem namorada? Isso quebrou as minhas pernas e me fez entender que tê-lo comigo seria mais difícil do que eu imaginava.

Outro ano se passou e quando estávamos conversando pela internet você me deu a notícia que tinha passado no vestibular, eu estava na biblioteca da faculdade, faculdade essa que você ia estudar também. Nossa como eu fiquei feliz por você e confesso que por mim também. Contei os dias para chegar o segundo semestre e suas aulas começarem. Falar com você por uma tela de computador ficou pra traz, tinha você todos os dias ali comigo. Abraçando-me todas as manhãs, me fazendo rir, implicando, me elogiando e me fazendo crer em nós dois. Chegaram até dizer que você era meu namorado de tanto que vivíamos grudados, como eu queria que isso fosse verdade. Meus intervalos só valiam a pena por você estar comigo.

Tudo estava tão bom, eu estava perto de me declarar. Eu não tinha vergonha de chegar em você, pois aquele papo de que é o homem que chega na mulher não valia muita coisa para mim. Mas ai quebrou minhas pernas mais uma vez quando te vi beijando sua colega de turma, chorei sozinha e vi mais uma vez o meu menino deixando de ser meu futuro namorado. O pior de tudo foi ver você se afastando de mim, deixando de ir na minha sala me dar um abraço de bom dia, fazer um coraçãozinho com a mão de longe, de fazer meus intervalos serem menos chatos e me fez até deixar de passar meu perfume que você tanto gostava.

Meu amor por você cresce a cada perna quebrada, a cada namorada nova, a cada ano que passa. E com as minhas pernas tortas de tanto você quebra-las eu vou te amando em silencio até o dia que você perceber que eu te olho de um jeito diferente.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

23:37 da noite, cansada, com sono e com vontade de escrever alguma coisa simples para publicar no meu furo blog ainda sem nome, sem cara, sem forma, sem nada. O texto eu quero dedicar a minha bff N.N.V que vai construir junto comigo esse blog. Nesse momento fiquei sem ideia nenhuma e o sono chegou de vez, enfim o texto é curto, mas era isso que eu queria falar. Obrigada Nat por me ajudar a fazer o meu bloguinho. Que eu possa ao longo dos dias ir publicando coisinhas bobas que a minha mente adora inventar.